11 candidatos à revelação da Copa

Altidore

Eu não creio na seleção yankee para surpreender na África do Sul, mas acho que o time do Tio Sam pode sim passar de fase. Em um grupo com Inglaterra, Eslovênia e Argélia, dá pra imaginar que os estadounidenses belisquem um segundo lugar. E se surpreenderem mais pra frente, vão depender dos gols de Altidore.

Bendtner

Bendtner é um jogador questionado no Arsenal. Perde alguns gols fáceis e a torcida não aprova seu estilo de vida um tanto quanto noturno. Mas na última temporada ele mostrou que vem evoluindo. Finalizando melhor, oferecendo outras funções à equipe, chegou a atuar no meio, aberto pela direita. Os escandinavos costumam aprontar nos mundiais e Bendtner é, sem dúvida, o melhor jogador da Dinamarca.

Carlos Vela

O México tem totais condições de passar de fase na Copa da África do Sul. Em um grupo sem potência e sem galinha morta, pode acontecer de tudo. Se passa em primeiro pega o segundo do grupo da Argentina que, salve algum tropeço dos hermanos, não deve ser nenhum bicho de 7 cabeças. Eu não acredito, mas o México pode chegar longe. E vai depender dos pés de Carlos Vela.

Di Maria

A Argentina tem um time repleto de craques do meio pra frente. Messi, Milito, Tévez, Aguero, Higuaín, Verón. E também Angel Di Maria, que comeu a bola nesta temporada atuando pelo Benfica. Se a Argentina for campeã ou mesmo chegar à final, Di Maria pode ser a grande revelação do torneio.

Dominic Adiyiah

As chances de Gana foram drasticamente reduzidas depois do corte do craque Michael Essien, pra mim o melhor volante do mundo. Em um grupo com Alemanha, Sérvia e Austrália, não será fácil classificar às oitavas de final. Sem Essien, a esperança de Gana recai sobre os pés de Dominic Adiyiah, de 20 anos. O jovem atacante que destruiu no Mundial sub 20 do ano passado – artilheiro e eleito craque da competição – é muito talentoso. Foi formado nas categorias de base do Feyernoord (Holanda) e na última janela de inverno foi contratado pelo poderoso Milan, da Itália. Continue lendo

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A democracia alemã

Agora a hierarquia é diferente. Dividimos as responsabilidades, vivemos uma democracia. E democracia no futebol é o que faz o time dar certo.

A frase é de Arne Frederich, zagueiro e eventualmente lateral da Seleção Alemã e do Hertha Berlim.

O tema mais abordado na coletiva alemã de ontem, 8 de junho, foi o corte do capitão Michael Ballack.

Não sei se na Alemanha as coisas são como em Minas, mas se lá para o bom entendedor o pingo também soa como letra, então dá pra falar que o grupo de jogadores da Seleção Alemã não ficou nada descontente com o corte de Ballack.

Imagem: Federação Alemã de Futebol