Cala a boca Robinho!

Não tive nenhum problema com o Roberto Mancini. O que acontece é que o futebol inglês não é muito bom pra jogador brasileiro, muito bola alta e a gente gosta de jogar com ela no chão.

A frase acima foi dita por Robinho em sua apresentação no Milan, seu novo clube.

Que o jogador foi pra Inglaterra a passeio, isto todo mundo já sabia! Mas eu pensava que ele pelo menos aproveitaria sua estada na terra da rainha para acompanhar o melhor torneio nacional de futebol do mundo, a Premier League.

Mas não. Se Robinho viu algum futebol na Inglaterra foi em algum especial da BBC sobre a modalidade nos anos 60 e 70. Nesta época realmente o futebol inglês vivia única e exclusivamente dos chuveirinhos. Hoje, somente times como o Bolton, o Wigan e os demais pequenos é se utilizam deste recurso.

Na elite isto é passado. A turma do Big Four (Manchester United, Chelsea, Arsenal e Liverpool) mais o Tottenham e o Manchester City – aspirantes a grandes – só jogam com a bola no chão. Mais especificamente nos casos de United, Chelsea e Arsenal, estes clubes figuram entre os que jogam o futebol mais bonito do mundo; muita posse de bola, agressividade, intensidade e toques de pé em pé. O Arsenal então – do técnico francês Arsène Wenger – nem se fala, no dia em que o jogo encaixa é mais vistoso que o Barça!

Então das duas uma: Ou Robinho viu muito pouco da Premier League em seu tempo de City ou esta foi só mais uma desculpinha pelo péssimo futebol apresentado no clube inglês.

Independente de qual seja, tá mal o cara das pedaladas.

Imagem: Folha do Mato Grosso do Sul

Verdade absoluta!

No Barcelona, Ronaldinho Gaúcho jogou futebol de Pelé.

A frase acima foi dita pelo comentarista Marco Antônio Rodrigues, no Arena SporTV desta quinta, 26 de agosto.

Eu assino embaixo e ponto final.

A democracia alemã

Agora a hierarquia é diferente. Dividimos as responsabilidades, vivemos uma democracia. E democracia no futebol é o que faz o time dar certo.

A frase é de Arne Frederich, zagueiro e eventualmente lateral da Seleção Alemã e do Hertha Berlim.

O tema mais abordado na coletiva alemã de ontem, 8 de junho, foi o corte do capitão Michael Ballack.

Não sei se na Alemanha as coisas são como em Minas, mas se lá para o bom entendedor o pingo também soa como letra, então dá pra falar que o grupo de jogadores da Seleção Alemã não ficou nada descontente com o corte de Ballack.

Imagem: Federação Alemã de Futebol

Messi quer Fabregas no Arsenal… E quem não quer?

O Arsenal sempre terá lugar em seu coração, mas ele leva o Barça em seu sangue.

A frase diz respeito ao espanhol Cèsc Fabregas, jogador do Arsenal da Inglaterra. E foi proferida pelo melhor jogador de futebol da atualidade, o argentino Lionel Messi.

Fabregas é o grande sonho do Barcelona e quase uma questão de honra para o presidente Joan Laporta, já que foi no primeiro ano de seu mandato que o jogador deixou o clube. O meia chegou ao azul e grená aos 13 anos, vindo do pequeno Mataró, também da Catalunha. Mas aos 16 foi para o Arsenal em uma transação até hoje reclamada pelo Barça.

há 3 temporadas que o Barcelona tenta repatriar Fabregas e no último semestre os boatos se intensificaram ainda mais. Laporta, Guardiola e jogadores do elenco catalão estão sempre dando declarações públicas de como Fabregas seria bem vindo no Camp Nou. Esta semana até o técnico do Arsenal, Arsène Wenger, falou sobre o tema, incomodado pelas notícias da possível transferência.

Fabregas é craque! Um jogador clássico, sempre de cabeça em pé, lúcido como Xavi e Iniesta. Não é só Messi, Guardiola ou Laporta que querem vê-lo no meio de campo azul e grená. Eu também quero!

Aliás, todos que primam pelo bom futebol, pela bola bem jogada no ápice de sua beleza, gostariam de ver Fabregas no Barça. Todos, menos os torcedores do Real Madrid e do Espanyol.

Piqué ao lado do goleiro e Fabregas é o primeiro agachado da esquera para a direita.

Imagem: Joga Bonito Mundo

Amor e ódio

Os argentinos odeiam amar os brasileiros. Já os brasileiros amam odiar os argentinos.

brasil_argentina-ódio_e_amor

Já vi muita gente assumindo a paternidade desta frase, o que não me assusta já que atualmente andam aparecendo pais de tudo, até o Jason do Sexta Feira 13 tem jornalista marqueteiro que diz que inventou.

Mas a frase que resume com excelência a relação que geralmente se estabelece entre brasileiros e argentinos é do sociólogo Ronaldo Helal, pesquisador da UERJ muito interessado e atento à área esportiva, comunicacional e aos assuntos da Bacia do Prata.

E pra mim – embora eu não me sinta parte dos que amam odiá-losa frase do Helal é a mais pura verdade!

Pra quem não conhece nada  do trabalho do professor Helal sugiro o excelente livro A Invenção do País do Futebol obra realizada conjuntamente com Antônio Jorge Soares e Hugo Lovisolo.

Imagem: Religião Urbana

Falou e Disse – Zeca Baleiro

Tudo vale a pena quando a grana não é pequena!

Zeca Baleiro no Arena Sportv, sobre a volta de Ronaldo Fenômeno ao futebol brasileiro.