Fotos de Galo X Santos

Enviado pelas leitoras
Luciana de Campos e Luciana Louzeiro

As leitoras Luciana de Campos e Luciana Louzeiro estiveram no Mineirão neste último fim de semana para acopanhar a partida Galo X Santos, que terminou 3 X 1 para o alvinegro mineiro.

Além de comemorar a vitória as meninas puderam curtir aquele momento tiete no hall principal do estádio. Tem foto com Diego Tardelli, Corrêa – o grande nome da vitória atleticana – Márcio Araújo e até com o Professor Luxa.

É só clicar na imagem abaixo – ou no botão ver todas as imagens – e curtir o slide com as fotos!

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Noite de bruxas e um silêncio azul

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O Estudiantes conseguiu o que pouca gente acreditava, bateu o Cruzeiro no Mineirão e sagrou-se, pela quarta vez, campeão da Copa Libertadores.

Sob a batuta de Juan Sebastian Verónla Brujita – o time pincharrata jogou como um legítimo campeão.

Time por time, até acho o Cruzeiro ligeiramente superior. Mas também não tenho dúvidas que nas duas partidas finais o Estudiantes foi melhor. Em La Plata sufocou o Cruzeiro que se salvou graças à atuação perfeita do goleiro Fábio e só ameaçou nos últimos 10 minutos de jogo. Já na decisão do Mineirão, o Estudiantes encontrou muito espaço nos contra ataques e o time celeste não conseguiu sufocar os argentinos como eles fizeram em La Plata.

Então, levando-se em conta os dois jogos finais não tem como negar, o título ficou em ótimas mãos.

A china azul lotou o Gigante da Pampulha, mas com o passar do tempo e o aumento da tensão foi se calando e o time sentiu a falta do tão falado 12º jogador.

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Dentro de campo o jogo foi como queria o Estudiantes. Trancado, truncado, parado.

O Cruzeiro não conseguia ultrapassar as duas linhas de 4 armadas pelo treinador Alejandro Sabella e não ameaçava o goleiro Andújar. Já nos contra ataques, Gastón Fernández e Mauro Boselli levavam perigo ao gol de Fábio, embora faltasse um pouco de capricho nas finalizações.

veron_beija_a_taçaO gol de Henrique, aos 7 do segundo tempo, poderia ter mudado o jogo. Mas foi aí que o Estudiantes se apresentou como um verdadeiro campeão. E foi aí que apareceu a bruxa, o maestro argentino, Verón.

O time argentino não sentiu o golpe. 4 minutos depois do gol cruzeirense la brujita – que foi o jogador que mais roubou bolas na partida, 7 ao todo – recebeu um passe na esquerda, levou para o meio sem ser incomodado e encontrou Cellay livre livre na ponta direita. O cabeludo cruzou fechado e dentro da pequena área Gastón Fernández só empurrou para as redes.

Após o empate o Estudiantes tomou conta da partida e parecia jogar em La Plata. A torcida cruzeirense emudeceu por completo e dentro de campo o time se perdeu.

Aos 27 minutos Boselli marcou o gol da virada. O gol que lhe garantiu a artilharia da competição (8 gols) e assegurou a 4ª Copa Libertadores da história do Estudiantes.

Na base do abafa o Cruzeiro ainda tentou empatar, até meteu uma bola na trave, mas nada de gol.

Não acredito que houve oba oba por parte do time cruzeirense. O Adílson me parece sério e centrado demais pra deixar que o grupo se contaminasse pelo clima de já ganhou. Pra mim o Estudiantes venceu na bola mesmo, nem essa de catimba argentina cola.

Oba oba houve, e disto não há dúvida, nos órgãos de imprensa que levam a sério a história do É o Brasil na Libertadores. Mas o bairrismo profissional de Globo, Sportv e afins também já não surpreende ninguém.

Com soberba e salto alto ou não, deu Estudiantes na final da Libertadores.

Noite de bruxas e um silêncio azul no Mineirão…

O famoso gol de Juan Ramón Verón contra o Manchester United no Mundial de 68. O gol da Bruja, pai da Brujita, valeu o título intercontinetal aos Pinchas.

O famoso gol de Juan Ramón Verón contra o Manchester United no Mundial de 68. O gol da Bruja, pai da Brujita, valeu o título intercontinetal aos Pinchas.

Imagem Original: Notas de FútbolSuperesportes e Sport Vintage
Efeito: Picnik

E dá-lhe cotovelos

0 X 0 na primeira decisão da Libertadores. E se faltaram gols pra Cruzeiro e Estudiantes em La Plata, sobraram cotovelos pra todos os lados.

estudiantes cruzeiro

O jogo foi muito pegado e faltoso, 58 infrações ao todo, 33 do time mineiro e 25 do platense.

Mesmo com tanta porrada houve tempo para o futebol. O time de La Plata teve 5 boas oportunidades para marcar e em todas elas o goleiro Fábio foi perfeito. Das cinco defesa destaco 3 como realmente excepcionais. A falta do Verón no primeiro tempo, o chute de fora da área do mesmo camisa 11 dos Pinchas que Fábio nem deu rebote e, principalmente, a cabeçada de Rolando Schiavi no segundo tempo. Sem dúvida o empate tem nome.

Mas apesar do goleiro cruzeirense ter sido o melhor em campo, a melhor chance da partida foi da equipe mineira. Em um despretensioso cruzamento da esquerda o goleiro Andújar, atual titular da seleção argentina, soltou a bola no pé do atacante Kléber, pouco a frente da marca do pênalti. E inexplicavelmente ele, que joga tanto, perdeu o gol. Bola pra fora que fez o narrador global, tão bairrista, enrolar a língua e segurar o grito.

taça libertadoresE não foi só esta, nos últimos 10 minutos o Estudiantes se desestruturou e o Cruzeiro tomou conta do jogo. Se tivesse caprichado um pouquinho mais tinha vencido a partida.

De qualquer forma o resultado foi bom para o Cruzeiro que decide em casa. Mas os mais eufóricos que segurem a onda. Tradicionalmente os argentinos jogam com as duas partidas sem pesar muito o mando de campo, sem tanta pressão por fazer o resultado em casa. Basta lembrarmos a final da Copa Sulamericana do ano passado quando o mesmo Estudiantes perdeu em La Plata para o Inter, foi ao Beira Rio e venceu no tempo normal, perdendo o título só na prorrogação.

A decisão da Copa Libertadores ainda está aberta, mas sem dúvida o Cruzeiro entra como favorito na Mineirão.

Imagens: Olé e Lazer Esportes

Maxi López X Barbie

Aproveitando a deixa do jogo de ontem, onde Maxi López foi o destaque negativo ao chamar Elicarlos de macaco, aí vai um Cara de Um Fucinho do Outro que já estava guardado há muito tempo.

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E pra você, Máxi se parece mesmo com a quinquagenária boneca Barbie?

Sobre a acusação na partida de ontem, mais do que acreditar no Elicarlos, confio na indignada reação do meia Wágner que saiu em defesa do seu companheiro.

Wágner passava perto dos dois e de repente saiu como um louco pra cima do Maxi. E, como você pode ver no vídeo abaixo,  seus gestos foram bem nítidos

Ponto positivo pro meia cruzeirense e negativo para o atacante gremista que, além de se enrolar com a bola no pé mostrou que também não é nada bom da cabeça!

E antes que atirem pedras, Maxi López carrega o apelido de Barbie desde os tempos de River Plate, clube que o revelou para o futebol.

Imagens: Fashion Gazette e Goal Videoz

Governador Magalhães Pinto

José de Magalhães Pinto (1909 – 1996) nasceu na pequena Santo Antônio do Monte em Minas Gerais.

Banqueiro e político, Magalhães Pinto foi um dos fundadores da UDN e braço direito da ditadura militar em Minas Gerais.

Foi Governador do Estado de 1961 a 1966.

Dai o nome oficial do Mineirão.

Estádio Governador Magalhães Pinto - Mineirão

Estádio Governador Magalhães Pinto - Mineirão

Soltando o Verbo

Fabricio saiu de campo chorando no jogo contr o Sport

Fabrício saiu de campo chorando no jogo contr o Sport

Na reapresentação do Cruzeiro, na última sexta-feira, o volante Fabrício soltou o verbo.

Criticou arbitragem, treinadores e jogadores do futebol brasileiro.

Entre outras o volante cruzeirense disse que não dá pra arbitragem deixar o jogo rolar porque aqui é cheio de jogador mau caráter.

Que técnico manda bater mesmo. E que a arbitragem trata jogador com desdém e desprezo.

Declarações fortes de Fabrício.

O jogador deve ficar 5 meses parado em virtude de uma entrada desleal do meia Luciano Henrique do Sport, na última rodada do brasileirão.

Veja a entrevista do volante Fabrício em matéria da TV Alterosa

Torcida Burra?

Muito bom o post de hoje do PVC intitulado Burro Burro Burro.

Essa postura exigente da torcida cruzeirense é histórica.

Mas no caso do Adílson Batista não passa de implicância. E das burras.

Basta pensarmos os objetivos para os quais o time do Cruzeiro foi montado este ano.

1 – Vencer o Campeonato Mineiro – com isso não deixar o rival Galo levantar um título no ano do centenário – OK

2 – Fazer uma boa campanha na Libertadores – O Cruzeiro caiu mais cedo que o planejado, nas oitavas. Mas caiu contra o Boca, o que de certa forma minimiza a derrota.

3 – Classificar para a Libertadores 2009 – Das 28 rodadas do Brasileirão, o Cruzeiro só esteve fora da zona de classificação para Libertadores em uma – OK

Ou seja, o trabalho do Adílson vem sendo bem feito, até muito bem feito eu diria.

O Cruzeiro joga leve, varia taticamente e em alguns momentos chega a encantar.

É verdade que oscila. Mas isso é típico de um time com qualidade, porém muito jovem.

Pra mim o trabalho do Adílson Batista é inquestionável, assim como foi o do Dorival Júnior no ano passado.