Vira casaca

carlos_tevez-manchester_cityAgora é de verdade, Carlitos Tevez foi para o Manchester City.

O argentino trocou as cores e a tradição do Manchester United – onde era idolatrado pela torcida, mesmo nunca tendo sido titular absoluto –  pelos petrodólares do rival emergente.

Quando o papo surgiu, confesso que pensei que era só mais um boato infundado dos tablóides ingleses. Ou talvez eu não quisesse acreditar.

Embora eu não seja propriamente um fã dos Diabos Vermelhos, simpatizo ainda menos com seu rival de cidade e agora será ainda mais difícil torcer por Carlitos, jogador que eu gosto tanto.

Mas na tarde desta segunda o anúncio oficial foi feito no sítio do City, Carlitos segue em Manchester,

mas agora veste azul.

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Imagem: Manchester City
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República Democrática do Ondiéquistão

Pra onde ele foi?

Pra onde ele foi?

O fechamento da janela de transferências para o futebol europeu trouxe um certo alívio para os clubes brasileiros.

E digo um certo porque como ensina o ditado, mais ou menos assim, uma janela se fecha para outras abrirem.

E nada como a sabedoria popular para explicar o futebol.

Embora o període de transferências para Europa tenha acabado diversos mercados menores, ou menos tradicionais, ainda estão abertos.

O da Ásia por exemplo onde Japão e Coréia do Sul costumam levar bastante jogadores daqui.

Outro mercado emergente que vem tomando cada vez mais gosto por jogadores e técnicos brasileiros é o dos países árabes.

Para ficarmos em poucos exemplos Valdívia se transferiu do Palmeiras para o Al Ain dos Emirados Árabes Unidos e Fernandão do Inter de Porto Alegre para o Al Gharafa do Catar.

Marcinho, então artilheiro do Brasileirão-08 se foi do Flamengo para o Al-Jazira dos Emirados Árabes. Mesmo clube que já havia levado o treinador Abel Braga do Inter e que fechou com o selecionável Rafael Sóbis. O atacante atuava pelo Betis de Sevilha na milionária Liga das Estrelas.

Algumas janelas se fecharam. Mas muitas outras seguem abertas.

É bom os clubes brasileiros se prepararem para lutar contra os petrodólares.

Ou o torcedor ficará se perguntando onde foram parar seus craques.

Na Arábia, no Japão ou no Ondiéquistão.