Dois monstros e uma campanha

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A Adidas juntou dois monstros em uma única campanha.

Zinédine Zidane e Lionel Messi protagonizam a série Todo Time Precisa de um Detonador.

Já tinha uns dias que queria colocar pelo menos o vídeo principal aqui, mas como o tempo anda curto acabou me passando.

Messi e Zidane estão entre meus jogadores prediletos e quem me conhece sabe da admiração que tenho pelos dois. Os coloco em um panteão sagrado e seleto, ao lado de outros gênios como Cruijff, Maradona e Garrincha.

Este é o vídeo principal da série que promociona a F50i, a chuteira da Pulga argentina. Mas quem quiser conferir, na página de futebol da Adidas tem vários outros que complementam a campanha.

Demorou, mas tá aí! Agora é só e se deleitar com a história do menino que, quando corria, os pés soltavam faíscas

Todo time precisa de um detonador

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Imagens originais: A Torre de Marfim e Rescinded Red
Efeito: Picnik

Em tempo: As narrações em inglês (originais) são beeeeem melhores, muito mais a ver com o clima da campanha… No link do post pra página da Adidas estão os vídeos em inglês.

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Ligações obscuras, sentimentos escondidos…

Sei que muita gente pode achar meio fora de lugar o Asian aqui.

Mas quando vi esse clipe, da música Real Great Britain, foi imediata a ligação que fiz com a seleção francesa da Copa de 2006.

Ou pelo menos com os motivos que me levaram a torcer pela seleção champagne no mundial da Alemanha.

Aquele time francês me encantava não só pelo futebol, mas por ser tão a cara da França, a verdadeira, a dos dias de hoje.

A França argelina de Zidane, a França congolesa de Makelele.

O ritmo senegalês nos pés de Vieira, o  molejo de Guadalupe e Martinica nos gols ancestrais de Thierry Henry

A França, mesmo a branca, empobrecida e marcada, simbolizada pela cicatriz cruamente exposta de Ribéry.

A França, recortada, mutilada. A França dos retalhos costurados, dos sonhos terminados.

A mesma França que se revolta e explode em fúria, seja na cabeçada de Zidane em Materazzi, seja pelas mãos da periferia.

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